quinta-feira, 7 de maio de 2009


O meu gosto pela música, penso que advém de pelo menos duas gerações, uma delas fundou a casa onde hoje me insiro no mundo das filarmónicas, e a outra mais recente, é simplesmente, a meu ver, um pilar dessa mesma casa. Pensei em escrever sobre algo que muito me emocionou no passado fim de semana, mas como está relacionado com filarmónica desde que me lembro, é sobre este assunto que escrevo umas linhas. Entrei numa filarmónica e de lá nunca mais saí, aí desenvolvi aquilo que os que me rodeavam na altura já tinham, o gosto pela música. Evoluí com o tempo, e comecei a perceber o que rodeia este mundo, e agora vejo a necessidade de se fazer algo, senão mais cedo ou mais tarde algo acabará. Não é dado o devido valor ao esforço e dedicação, que um "grupo" tem, para conseguir apresentar nem que seja meia hora de música. Ao escrever "grupo" entre aspas, simplesmente queria realçar que no meu caso, pertenço mesmo a um grupo. Em conversa com algum pessoal mais velho do grupo, vi que realmente adoram, como sempre adoraram, por ali andar. Gostam desde a companhia uns dos outros, aos copos que bebem juntos, e até de lavarem louça depois de grande jantar em convívio. É bom? Não. É muito bom. Na sociedade em que vivemos, cada vez menos, se vêm grupos unidos, e eu tenho o orgulho de num desses grupos participar.

Sem comentários:

Enviar um comentário